quarta-feira, 31 de outubro de 2007

Vós só tendes o ramo florescente

Da arvore de Cybele mais amada,
Que nenhuma nascida em Benavente
Ou pelo rio abaixo até Almada.
Vêde-o nas toalhas, que presente
Vos mostra a bebedice já passada,
Nas quaes vivas lembranças vos deixou
O que de vinho mais se carregou.
”beyonceirreplaceable?

terça-feira, 30 de outubro de 2007

E vós, Fernan Gonçalves, segurança

Das festas de Lyeo em esta idade,
Podeis atravessar com confiança
Quantas adegas ha n'esta cidade:
Vós, mano, nosso amor, nossa esperança,
A quem só promettemos lealdade,
Pois Baccho a nós vos deu por cousa grande,
Seja a medida assim de quem a mande.
”beyonce?

segunda-feira, 29 de outubro de 2007

Dae-me uma vasilha mui cheirosa

Seja de bom licor, não saiba a arruda,
De Peramanca seja que é gostosa,
O peito esforça, a côr ao gesto muda;
Dae-me igual nome ás tassas da famosa
Gente vossa que Baccho tanto ajuda;
Que se espalhe, e se cante no universo,
Se tanta bebedice cabe em verso.
”beckham?

domingo, 28 de outubro de 2007

E vós, bacchanaes nymphas, pois creado

Em mim tendes a sêde tão ardente,
Se sempre em largo copo espraiado
Festejei vosso vinho alegremente,
Dae-me agora um bom papo despejado
Para beber á perda co'esta gente,
Porque de vossas agoas Baccho ordene
Um rio para bebados perenne.
”avrillavigne?

sábado, 27 de outubro de 2007

Cessem do Novellão, do gran Barbança

As grandes bebedices que fizeram;
Cale-se do Rangel e do Carrança
A multidão dos vinhos que beberam,
Que eu canto d'outra gente e d'outra lança,
A quem frascos de vinho obedeceram:
Cesse tudo o que a musa antiga canta,
Que outro beber mais alto se alevanta.
”angelinajolie?

sexta-feira, 26 de outubro de 2007

Tambem as bebedices mui famosas

D'aquelles que andaram esgotando
O imperio de Baccho, e as saborosas
Agoas do bom Louredo devastando;
E os que por bebedices valerosas
Se vão das leis do reino libertando;
Cantando espalharei por toda a parte,
Se a tanto me ajudar Baccho, e não Marte.
”anaivanovic?

quinta-feira, 25 de outubro de 2007

Borrachas, borrachões assignalados

Que de Alcochete junto a Villa Franca,
Por mares nunca d'antes navegados
Passaram inda além de Peramanca:
Em pagodes, e ceias esforçados,
Mais do que se permitte a gente branca,
Em Evora cidade se alojaram,
Onde pipas e quartos despejaram.
”alilarter?